Pode parecer fácil falar de um MC que você acompanhou desde o começo de sua carreira. Só que não. A primeira entrevista que fiz com Leandro Roque foi lá em 2008, numa longa conversa que começou ainda quando era dia e terminou quando já era noite. Desde lá, pouco mudou em relação a pessoa Emicida, mas a evolução foi notória quando falamos do eu-artista do MC.

Das batalhas de freestyle para a frente das câmeras no Sangue B, passando por shows e duetos com grandes nomes da músicas brasileira, projetos mundiais como o Creators Project, que permitiu que Emicida trabalhasse com grandes produtores norte-americanos, e pequenos dedos na ferida, que mantém a alma dos primórdios do Hip-Hop viva. O Emicida de 4 anos atrás não é mais o mesmo, evoluiu. E muito.

E por essa evolução ganhou respeito e espaço. Tanto que outro dia tentava me lembrar de uma tese do Per Raps pró-Emicida e anti-MTV, que o deixara de fora da lista de vencedores em 2009, mesmo concorrendo em três categorias. Os tempos mudaram, hoje são cinco indicações, e Emicida tem boas chances de se consagrar como o artista da noite.

 

indicações: 
Melhor Artista Masculino
Clipe do Ano
Melhor Música
Artista do Ano
Hit do Ano

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