7 coisas que aprendemos no episódio 3 de ‘Estamos Vivos’

Foi lançado nessa quinta-feira o terceiro episódio da ´serie ‘Estamos Vivos’, que traz KL Jay entrevistando nomes do rap feito no Brasil. Dessa vez, Rodrigo Ogi fala da produção de seu novo disco, dos rolês da época de pixo e da influência dos quadrinhos em suas narrativas.

Não se animou ainda? Então separamos 7 aprendizados que tiramos desses 15 minutos de conversa que, de tão bacana, passa super rápido. Assista e depois leia, ou leia e depois assista, você que manda.

1. A assinatura de Ogi no pixo era ‘R Hip Hop’;

2. Ogi é fã de revistas em quadrinhos e, as que mais empolga o MC são Transmetropolitan (quadrinhos cyberpunk escrita por Warren Ellis) e Hellblazer, que mostra as histórias do ex-padre John Constantine (aliás, pra quem curte, foi lançada recentemente uma série sobre os quadrinhos no canal de TV a cabo Space, chamada Constantine);

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3. O produtor e beatmaker Nave é o responsável pela produção do novo disco do Ogi. O álbum começou a ser trabalhado em 2013 e está em fase de mixagem, que será feita por Luiz Café e, depois, masterizada pelo Cesinha (da 13 de Maio);

4. As rimas preferidas de KL Jay feitas por Ogi são ‘Premonição’, ‘A vaga’ e ‘Eu me perdi na madrugada’;

5. As músicas que Ogi mais gosta de seu primeiro disco, Crônicas da Cidade Cinza, são ‘A Vaga’, que fala de um período difícil que o MC estava passando, e ‘Meu Deus’.

6. Introduzindo Nave na conversa, KL Jay confessa que acha o disco de Karol Conká o melhor de 2014;

7. Finalizando, conhecemos nesse episódio de ‘Estamos Vivos’ um trecho das músicas ‘Virou Canção’ e uma segunda, que o nome não foi contado, e que vamos chamar de “Hahaha”.

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